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A LIÇÃO MAIS VALIOSA DE STEVE JOBS
 
 
 
 

Steve Jobs teve muitos motivos para desistir. Não se deu bem na escola, porque as aulas o aborreciam.

Não acabou a universidade, porque escolheu uma demasiado cara para as posses dos seus pais adoptivos e, depois, porque as disciplinas que era forçado a aprender não lhe despertavam interesse. Acabou por abandonar Stanford, consciente do risco de enfrentar o destino sem a protecção de um canudo. Mas com a certeza, contudo, de que nunca desistiria de si próprio.

Só essa perseverança, com muita genialidade à mistura, explicam como Jobs, trancado numa garagem de casa, começou a talhar o seu próprio destino. E como, pelo meio, contribuiu para mudar um mundo inteiro. Nem mesmo quando a gestão da Apple o dispensou da empresa que ele próprio ajudara a criar, o fez desistir. "Ser despedido foi a melhor coisa que me podia ter acontecido", confessou mais tarde. Porque só assim despertou para a importância de trocar o peso de um sucesso garantido pela leveza de recomeçar, empreender, com paixão. Numa palavra: inovar.

Esta é uma das mais preciosas lições que Steve Jobs deixa ao mundo. E que deveria inspirar todos os portugueses, sobretudo numa altura tão crítica como a actual. "Às vezes, a vida atinge-nos na cabeça com um tijolo. Não percam a fé, não se acomodem. Estou convencido que a única coisa que me fez continuar foi saber que estava a fazer o que mais gostava", dizia Jobs. Mais do que os ‘gadgets` que revolucionaram a forma como trabalhamos, nos divertimos e nos relacionamos, mais do que a Apple que se tornou numa das marcas mais valiosas do mundo, mais do que o ‘i` que mudou o planeta, essa é a herança mais valiosa que Jobs deixa: acreditar que tudo pode recomeçar. E há um país inteiro que não pode desistir.

 

Fonte:
Económico